Carteira de Identidade Nacional (CIN) em formato digital não é aceita para entrar em países do Mercosul

  • Foto: Divulgação/PCI -

Documento físico continua obrigatório

Com a proximidade dos períodos de férias e o aumento do fluxo de viagens internacionais, a Polícia Científica de Santa Catarina emitiu um alerta importante para quem pretende viajar ao exterior. Apesar da modernização dos documentos oficiais e da ampliação do uso da Carteira de Identidade Nacional (CIN) digital, o formato eletrônico não substitui o documento físico em viagens internacionais, especialmente para países do Mercosul.

De acordo com a Polícia Científica, as autoridades migratórias exigem a apresentação da carteira de identidade física, válida e em bom estado de conservação. O diretor de Identificação Civil e Criminal, Álvaro Augusto Mesquita Hamel, reforça que a versão digital não é aceita fora do território nacional.

“É comum que as pessoas acreditem que o documento digital seja suficiente em todas as situações, mas, para viagens internacionais, o documento físico ainda é indispensável. A ausência dele pode resultar em impedimento de embarque ou de entrada no país de destino”, explica.

Para ingressar em países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e Bolívia, os brasileiros podem viajar sem passaporte, desde que apresentem documento de identidade físico, válido, em bom estado e com fotografia que permita a identificação do titular. Atualmente, esse critério não é atendido pela CIN exclusivamente em formato digital, que não é aceita nos postos de imigração desses países.

Outro ponto de atenção é o estado de conservação e o tempo de emissão do documento, que deve ser inferior a 10 anos. Identidades antigas, danificadas, rasuradas ou com fotografia muito antiga podem ser recusadas pelas autoridades migratórias, mesmo que ainda estejam dentro do prazo de validade no Brasil.

Diante disso, a orientação é que os viajantes priorizem o uso da Carteira de Identidade Nacional (CIN) física, que possui padrão unificado, maior segurança e reconhecimento internacional.

A falta do documento físico pode gerar impedimento de embarque ainda no Brasil, especialmente em viagens aéreas, ou até a recusa de entrada no país de destino, causando transtornos e prejuízos financeiros.

Embora a CIN digital seja válida para diversas situações em território nacional, ela não substitui o documento físico em viagens internacionais. A recomendação da Polícia Científica é que quem pretende viajar ao exterior verifique com antecedência a situação da identidade e, se necessário, solicite a emissão da via física.

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