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Tour noturno no Cemitério do Imigrante promete experiência histórica em Joinville
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Foto: Prefeitura de Joinville/Divulgação -
Atividade gratuita resgata histórias e personagens do século XIX
A Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) promove, nesta quinta-feira (26), às 19h, mais uma edição do evento “Nas Sombras da Memória – tour guiado no Cemitério do Imigrante”. A atividade sem cobrança de ingresso é aberta ao público e integra a programação mensal realizada sempre na última quinta-feira de cada mês.
As vagas são limitadas a 45 participantes e as inscrições para esta edição abrem nesta terça-feira (24), às 14h, por meio do site da Prefeitura de Joinville. Em caso de chuva, a atividade será adiada.
Com duração aproximada de uma hora, a visita guiada propõe um percurso noturno pelo Cemitério do Imigrante, localizado na rua XV de Novembro, no bairro América. Ao longo da visita, os participantes são convidados a conhecer as trajetórias de imigrantes e acontecimentos que ajudam a compreender a formação da comunidade joinvilense.
Por se tratar de uma visita noturna, recomenda-se que os participantes levem lanternas ou usem o celular para auxiliar durante o percurso. Também é indicado o uso de calçados fechados e confortáveis, já que o terreno é íngreme.
Cemitério do Imigrante
Fundado em 1851, o Cemitério do Imigrante é considerado um dos raros exemplares de campo santo do século XIX ainda preservados no Brasil. O espaço surgiu em um período marcado pelas dificuldades enfrentadas pelos imigrantes, como doenças e a falta de infraestrutura básica, o que fez da morte uma presença constante nos primeiros anos da colonização.
Atualmente, o local abriga cerca de 500 jazigos, com estimativa de mais de 3 mil pessoas sepultadas ao longo dos anos, entre imigrantes europeus, afrodescendentes e luso-brasileiros. Em 1962, o cemitério foi tombado como patrimônio histórico e paisagístico brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Integrada ao cemitério está a Casa da Memória, instalada no antigo casarão que servia como residência do coveiro. Atualmente, o espaço é dedicado à preservação da história local, sedia ações culturais e educativas e conta com uma sala de exposições de arte.

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