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Festival de Dança de Joinville atrai mais de 400 mil pessoas e impulsiona turismo e economia
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Foto: Prefeitura de Joinville/Divulgação -
Evento movimentou hotéis, restaurantes, comércio e espaços culturais, reforçando Joinville como referência nacional em turismo de eventos
Mais de 400 mil pessoas acompanharam a programação da 43ª edição do Festival de Dança de Joinville, mostrando a dimensão do evento que, além de reunir participantes de todo o Brasil e do exterior, impulsiona o turismo e movimenta diferentes setores da economia da cidade. O evento é uma realização do Instituto Festival de Dança de Joinville.
Para o secretário de Cultura e Turismo, Guilherme Gassenferth, o Festival demonstra na prática que investir em cultura também é investir em desenvolvimento econômico. “Com o evento, Joinville vive um ciclo virtuoso em que a arte impulsiona o turismo, fortalece o comércio, movimenta a rede hoteleira, a gastronomia, o transporte e diversos setores de serviços”, afirma o secretário.
O Festival de Dança também impacta os espaços culturais de Joinville. Durante o período do evento, o Museu Nacional de Imigração e Colonização recebeu mais de 3,7 mil visitantes, volume equivalente ao que normalmente é registrado em um mês inteiro de visitação.
Já o Museu de Arte de Joinville contabilizou mais de 7,7 mil visitantes durante o mês de julho. No mesmo período, o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville registrou 1,5 mil visitas. Os números mostram que a movimentação gerada pelo Festival vai além dos palcos e alcança diferentes atrativos da cidade.
Reflexos na hotelaria, alimentação e comércio
Um levantamento do Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Joinville e Região (Sindicato VivaBem) aponta que a ocupação média dos hotéis durante o Festival chegou a 93%, índice 10% superior ao registrado no mesmo período de 2025.
“É um período longo, com 13 dias de evento, o que faz com que o tempo de hospedagem seja maior. Além disso, o visitante consome no comércio, em restaurantes, bares, hotéis, utilizando táxis e aplicativos de transporte. Os gastos permanecem em Joinville e movimentam toda a economia da cidade”, afirma a vice-presidente do Sindicato VivaBem, Ana Luiza Wetzel.
O aumento na circulação de visitantes também refletiu nos estabelecimentos de alimentação e hospitalidade. Conforme o presidente do Sindicato Patronal VivaBem, José Lopes, muitos empreendimentos registraram crescimento entre 20% e 40% nas vendas em comparação com um período comum. Para atender à demanda, diversos estabelecimentos reforçaram equipes, ampliaram horários de funcionamento e adaptaram a operação durante o Festival.
“Para o setor representado pelo Sindicato VivaBem, o Festival representa geração de emprego, aumento da renda, fortalecimento dos negócios e a oportunidade de apresentar a hospitalidade e a gastronomia de Joinville para visitantes de todo o Brasil e do exterior”, destaca.
De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o varejo registrou crescimento entre 4% e 6% nas vendas durante o período do Festival.
O executivo do Joinville e Região Convention & Visitors Bureau, Giorgio Souza, ressalta que o Festival consolida Joinville como referência em turismo cultural.
“O Festival é uma das maiores vitrines da capacidade de Joinville para sediar eventos de grande porte. Essa experiência fortalece a imagem da cidade como destino competitivo para congressos, feiras, eventos esportivos e culturais, gerando oportunidades para a captação de novos eventos ao longo do ano”, afirma.

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