Notícia

JOINVILLE de todos os tempos - saiba o que aconteceu na cidade entre os dias 10 a 16 de janeiro ao longo da história

Foto: 62 BI
Hasteamento da bandeira em solenidade no 62 BI ,após o ano de 1973, já com a nova denominação

10/1/2017  - A prefeitura anunciou o início das obras da nova UTI - Unidade de Terapia Intensiva - e da nova UTQ - Unidade de Tratamento de Queimados - no Hospital Municipal São José.

11/1/2001  - Representantes de associações de moradores de diversos bairros participaram de reunião na Sociedade Alvorada, no bairro Iririú, para a aprovação do Estatuto do Conselho das Associações de Moradores de Joinville . Coordenada pelo vice-prefeito Marco Antônio Tebaldi, além da aprovação do estatuto, foi eleita a primeira diretoria presidida por Jairo José de Almeida.

12/1/1990  - Foi criado o bairro Morro do Meio pela Lei n. 2.376, de 12 de janeiro de 1990. Por volta da segunda década do século XX, das várias ramificações existentes na Estrada do Sul, duas delas, denominadas Estrada Lagoinha e Estrada Morro do Meio, seguiam mata adentro chegando às margens do rio Piraizinho. A região, um tanto alta e plana, com uma floresta rica em caça e palmitos, atraía moradores de várias regiões de Joinville. "Um dos supostos motivos que levaram algumas famílias a se deslocarem para a região do Morro do Meio foi a doação de terras por parte do Domínio Dona Francisca a colonizadores alemães, com o objetivo de fixá-los no local". A planta de Joinville de 1958 evidencia que o lugarejo com maior número de moradores era ainda desconhecido por parte da população de outras regiões, sendo que ainda não se denominava Morro do Meio. O bairro Morro do Meio é assim denominado por estar situado numa região alta e plana em relação ao nível dos rios Lagoinha e Piraí, que os cerca é denominado 'Morro do Meio', principalmente por seu núcleo populacional original localizar-se em uma estrada (Estrada Lagoinha), cujo fim se dá em um morro ladeado por outros dois. As décadas de 1950, 1960, e 1970 foram marcadas por transformações socioeconômicas no município, as quais repercutiram na ocupação mais efetiva do bairro. Porém a infraestrutura começa a ser implementada no bairro a partir de meados da década de 1970, além do surgimento de comércio e serviços, que o tornaram menos dependente de outros bairros e do centro.

12/1/1990  - Foi criado o bairro Jardim Sofia pela Lei n. 2.376, de 12 de janeiro de 1990. Criado oficialmente em 1990, o Jardim Sofia, que até então fazia parte da Zona Industrial, recebeu o nome em homenagem à Sophia Nass, esposa de Affonso Nass, proprietário de grande parte das terras que formam o bairro. A região do loteamento era bastante agricultável, resultado das enchentes periódicas do Rio do Braço e afluentes do Rio Cubatão Norte. Os moradores cultivavam cana-de-açúcar (faziam melado e açúcar) milho, verduras, feijão, cará, japão, aipim, além de possuirem criação de porcos, galinhas, vacas e cavalos. Produziam para o consumo da família e o excedente vendiam ao comércio, no centro da cidade.

14/1/2021 - Morreu o empresário Roland Döhler, um dos mais importantes dirigentes empresariais de Joinville. Irmão do ex-prefeito Udo Döhler, Roland começou a trabalhar na empresa Döhler em 1953 como aprendiz de tecelão, também ocupou o cargo de diretor-superintendente na empresa familiar.Integrava o Conselho de Administração da companhia. Tinha 83 anos e lutava há mais de 15 anos contra uma doença isquêmica  do coração. Além disso, Roland sofria com um carcinoma no pâncreas. Deixou a esposa Ivoni Jahn Döhler, os filhos Carlos Alexandre e Elisabeth; cinco netos e três bisnetos.

15/1//1906 - Nasceu em Joinville Elly Herkenhoff. Ela fez parte da principal geração de historiadores da cidade. Dedicou sua vida aos livros, à cultura, à história, à poesia. Admiradora de Goethe, de música clássica, entusiasta do ensino de idiomas, muito do que sabemos hoje sobre o teatro, música e imprensa dos primeiros anos de Joinville devemos às suas pesquisa e relatos em livros. Ex-diretora do Arquivo Histórico de Joinville, onde foi contratada como pesquisadora, dedicou-se especialmente ao estudo da contribuição da imigração alemã para o desenvolvimento do Brasil. Mesmo aos 90 anos, quando não era mais funcionária do Arquivo, era possível vê-la na instituição, lendo o jornal "Colonie-Zeitung". Elly Herkenhoff foi fundadora da AJL - Academia Joinvilense de Letras - onde ocupou a cadeira n. 29, cujo patrono é o jornalista Otto Boehm, que foi redator-proprietário do Kolonie Zeitung. Pelo seu trabalho literário, principalmente voltado à história de nossa cidade, foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Joinville e com a Medalha Cruz e Sousa, entre outras homenagens. Elly morreu aos 98 anos quando estava finalizando o livro "História da Imprensa de Joinville", mas a autora faleceu antes da publicação em 2004 no Hospital Bethesda.

15/1/2001 -- Renato José Ballock completou 40 anos dedicados ao rádio e à televisão. Entre tantos francisquenses que contribuem para o crescimento da qualidade do rádio em Joinville, está Renato José Ballock. Operador de som da Rádio Difusora São Francisco, depois apresentador de programa de auditório, veio para a Rádio Colon pelas mãos de outro brilhante radialista, Arno Enke. Com 40 anos de atuação em rádio e televisão, Ballock foi o primeiro apresentador de noticiário da primeira emissora de televisão de Joinville, a RBS, onde permaneceu por cerca de 15 anos.

15/1/2014  - Definida a empresa para executar obras no rio Mathias para controle de inundações. As obras de contenção de cheias no centro da cidade serão executadas pela Empreiteira Motta Júnior Ltda., de Joinville, e Ramos Terraplanagem, de Blumenau. O consórcio venceu a licitação com uma proposta de R$ 45.872.405,22, o que representa um desconto de 29.77% sobre o valor inicialmente estimado pela prefeitura para a licitação, de R$ 65.314.265,64. O investimento total está garantido pelo PAC - Programa de Aceleração do Crescimento - com recursos do Orçamento Geral da União. Como o valor captado pelo município é maior que o da licitação, não haverá contrapartida da prefeitura

16/1/1822  - Nasceu em Paris Henrique Eugénio Filipe Luís, Duque de Aumale (Henri Eugène Philippe Louis). Foi um príncipe francês da Casa de Orléans e duque de Aumale Foi um dos primeiros bibliófilos e colecionadores de arte antiga de seu tempo. Era filho do rei Luís Filipe I de França e de sua esposa, a princesa Maria Amélia de Nápoles e Sicília. Irmão do Príncipe de Joinville, fez parte diretamente da história de nossa cidade quando, em 1855, adquiriu do irmão as terras que hoje formam o distrito de Pirabeiraba. O local ficou conhecido como "Domaine d'Aumale" ("Domínio de Aumale") e lá o duque mandou instalar uma moderna usina de açúcar, considerada uma das primeiras grandes empresas de Joinville. Em 1871, tornou-se membro da Académie Française (a Academia Francesa, inspiradora da brasileira e da joinvilense), onde ocupou a cadeira n. 21. Escreveu vários livros, sendo sua obra mais importante a "História dos Príncipes de Condé", em cinco volumes. O Duque de Aumale morreu em 7 de maio de 1897, em Zucco, na Cecília. A AJL - Academia Joinvilense de Letras - o escolheu como patrono da cadeira ocupada pelo Acadêmico-Fundador César Augusto de Carvalho, atualmente pertencente a seu 1º sucessor, o Acadêmico Marinaldo de Silva e Silva.

16/1/1901  - Nasceu em Joinville Rodrigo de Oliveira Lobo, filho de Mário de Sousa Lobo e de Teresa Ernestina de Oliveira Lobo. Rodrigo realizou o primário e parte do ginasial no Grupo Escolar Conselheiro Mafra, em Joinville, concluindo o segundo grau no Colégio Catarinense, em Florianópolis, em 1918. Foi Tabelião do 1º Ofício, em Cartório de Joinville - área em que familiares já atuavam. Casou com Jaci Macedo e tiveram os filhos Rodrigo Otávio Lobo e Marisa Lobo (casada com Pedro Ivo Figueiredo de Campos, deputado estadual, deputado federal, prefeito de Joinville e governador de Santa Catarina.

16/1/1973  - O 13º  BC (Décimo terceiro Batalhão de Caçadores) foi transformado em 62º BI ( Sexagésimo segundo Batalhão de Infantaria) subordinado ao Grupamento Leste Catarinense. Em 1982, o 62º BI recebeu a denominação histórica de "Batalhão Francisco de Lima e Silva", em homenagem ao seu comandante falecido na Batalha do Avaí em 11 de dezembro de 1868, na Guerra do Paraguai





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